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	<title>Projeto Redigir</title>
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	<description>Comunicação e cidadania</description>
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		<title>Selecionados para o Projeto Redigir no 1º semestre de 2013</title>
		<link>http://projetoredigir.com/2013/02/selecionados-para-o-projeto-redigir-no-1o-semestre-de-2013/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 01:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto Redigir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área do aluno]]></category>
		<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[1º semestre]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[selecionados]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira abaixo a lista de selecionados para cursar as aulas do Projeto no primeiro semestre de 2013. Todas as aulas acontecem no Prédio Principal da Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), localizada na Avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443, na Cidade Universitária. Confiram abaixo do nome da turma o dia e horário do início das aulas. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira abaixo a lista de selecionados para cursar as aulas do Projeto no primeiro semestre de 2013. Todas as aulas acontecem no Prédio Principal da Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), localizada na <b>Avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443</b>, na Cidade Universitária. Confiram abaixo do nome da turma o dia e horário do início das aulas.</p>
<p>Sejam todos bem-vindos!</p>
<p><strong>Turma: Quinta-feira A</strong></p>
<p><strong>Horário das aulas: 9h às 12h (manhã)</strong></p>
<p><strong>Sala: 205</strong></p>
<p><strong>Data de Início: 7 de março</strong></p>
<p>Alberto Cardoso da Silva Chaves<br />
Alessandra Ferreira da Silva<br />
Ana Claudia Almeida Pereira<br />
Anderson Marques da Silva<br />
Claudia Maria Ferreira da Silva<br />
Claudomiro dos Santos<br />
Claudomiro dos Santos<br />
Cristiane da Silva Meira<br />
Daniel Patrick Martins da Fonseca<br />
Daniela Torres<br />
Dyego Soares de Jesus<br />
Edgard Silva Res Batptista Gomes<br />
Evandro Keller Costaq<br />
Flávio Augusto de Campos<br />
Francilene Assis de Almeida<br />
Gabriel Caetano Silva<br />
Gleice Kellen dos Santos Silva<br />
Izabel Gonçalves dos Santos<br />
Jarbas Barroso<br />
Jéssica Maria da Conceição Cavalcante<br />
Joselma Soares da Silva Oliveira<br />
Juliana Ribeiro França<br />
Laís Lima Cardoso<br />
Leticia Marcilio Coelho<br />
Mairton Bezerra da Silva<br />
Marcela Vantini<br />
Maria Pinto Soares<br />
Natali Valdevino Braga Gomes<br />
Osmar Francisco de Souza<br />
Patrícia Lenise de Freitas<br />
Rita de Araujo Mario<br />
Roberta Rolim dos Santos<br />
Tania Gomes Monteiro</p>
<p><strong>Turma: Quinta-feira B</strong></p>
<p><strong>Horário das aulas: 19h às 22h</strong></p>
<p><strong>Sala: 201</strong></p>
<p><strong>Data de Início: 7 de março</strong></p>
<p>Angélica Moreira Barbosa<br />
Beatriz Olegário Ribeiro<br />
Gabrielly Cristina Vidotto de Oliveira<br />
Geisa Vieira Mariano<br />
Juliana Boeno Borges<br />
Letícia Oliveira Souza<br />
Mayara Rezende Oliveira<br />
Melquisedeque Melo da Silva<br />
Michelli Godói Bueno<br />
Paulo Henrique de Carvalho Veronez<br />
Redson Tadeu Proença Egido<br />
Sandra Aparecida Rodrigues do Nascimento<br />
Suelen de Oliveira<br />
Flavio Lucio<br />
Erica Aparecida Silva Gonçalves<br />
Zuleide Pereira dos Santos<br />
Alessandra Marques da Silva<br />
Lucas Rocha de Paula<br />
Raiza Dias Limderger<br />
Haillê de Paula Ferreira<br />
Juliana Dias Alves<br />
Rafael Dias Limberger<br />
Euza Maria Ferreira Silva<br />
Nilza Vieira da Purificação Leal<br />
Bianca Santana de Oliveira<br />
Sonia Rosa Santana de Oliveira<br />
Glaucia do Prado Mazoni<br />
Ivete Sousa Lima<br />
Daiane de Oliveira Souza<br />
Sandra Maria Alice de Lima<br />
Renan Feitosa de Oliveira<br />
Jhonatan da Silva Cecilio<br />
Anaís Souza Rabelo<br />
Danilo Santos de Sousa<br />
Eduardo Almeida Passeri</p>
<p><strong>Turma: Sábado A</strong></p>
<p><strong>Horário das aulas: 9h30 às 12h30</strong></p>
<p><strong>Sala: 202</strong></p>
<p><strong>Data de Início: 2 de março</strong></p>
<p>Amanda Ignacio da Silva</p>
<p>Ariane Sales da Silva</p>
<p>Beatriz Santos Souza</p>
<p>Bruna Ayres de Mello</p>
<p>Bruna Teixeira Fioravante</p>
<p>Gabriel Lopes das Neves</p>
<p>Gabriela Moreira da Silva</p>
<p>Géssica  Pinto Oliveira</p>
<p>Guilherme da Silva Domingos</p>
<p>Isabella Clemente Brito</p>
<p>Jesiel Silva Gomes</p>
<p>Jéssica Souza do Carmo</p>
<p>Jovita Soares</p>
<p>Kelly Bispo de Carvalho</p>
<p>Letícia Oliveira Souza</p>
<p>Marcela dos Santos Pavoni</p>
<p>Marcelo Soares de Araújo</p>
<p>Marcos Cabral de Souza</p>
<p>Matheus Dias da Silva</p>
<p>Mirella Santos de Lima</p>
<p>Pamela Lima da Silva</p>
<p>Patricia Andréa do Carmo Leonello</p>
<p>Regina Lúcia da Silva</p>
<p>Sérgio Brito Soares Teles</p>
<p>Suzana Gamboa Machicado Seh</p>
<p>Thainá Islan de Oliveira Nunes</p>
<p>Thiago Ferreira Vieira</p>
<p>Thiago Rodrigues da Silva</p>
<p>Tiago Lima Souza</p>
<p>Valdeir Aparecido da Silva Fernandes</p>
<p>Valkiria Golçalves de Souza Oliveira</p>
<p>Vanessa de Oliveira Pinto</p>
<p>Vanuza Santos da Luz</p>
<p>Venice Roberto Leopoldo</p>
<p><strong>Turma: Sábado B</strong></p>
<p><strong>Horário das aulas: 9h30 às 12h30</strong></p>
<p><strong>Sala: 205</strong></p>
<p><strong>Data de Início: 2 de março</strong></p>
<p>Adriana Almeida Tomaz</p>
<p>Alex Lopes</p>
<p>Amanda Santos de Jesus</p>
<p>Claudio Raimundo Veiga Castro</p>
<p>Cristiane Silva de Oliveira</p>
<p>Daniela Dias Osório</p>
<p>Debora Oreliz Orellana Sanchez</p>
<p>Edilson da Silva Leite</p>
<p>Edmo dos Santos</p>
<p>Egislaine do Nascimento Silva</p>
<p>Ellen Cristina Xavier Fontes</p>
<p>Ester Barros de Oliveira</p>
<p>Felix Flavio Choque Huallpa</p>
<p>Fernando Keiti Yamamoto</p>
<p>Filipe Marques Fernandes da Silva</p>
<p>Graziella dos Santos Dias</p>
<p>Henrique da Silva</p>
<p>Ivonete Paixão Jesus Bezerra</p>
<p>Jussara Oliveira da Costa</p>
<p>Karoline Maia Mendes Pardinho</p>
<p>Laide Laura Souza Bessa</p>
<p>Lidiane Gomes do Nascimento</p>
<p>Luciano Augusto Santos Costa</p>
<p>Mariana Caline Aparecida Teodoro</p>
<p>Michelle da Costa Bezerra</p>
<p>Renata Pereira Cavalcanti</p>
<p>Sabrina Sampaio Barbosa</p>
<p>Tatielle Maria Teixeira</p>
<p>Valmerson Barbosa da Silva</p>
<p>Vanessa Alessandra de Olivera</p>
<p>Viviane Carvalho do Nascimento</p>
<p>Wagner Campos de Olivera</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sopa de Letrinhas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 20:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto Redigir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
		<category><![CDATA[técnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carolina Linhares, membro do Projeto Redigir Cozinhar não é tarefa fácil. Vender, operar, competir, ensinar, costurar, calcular, dirigir, limpar podem parecer banalidades para quem faz todo dia, mas não são tarefas fáceis. Escrever também não é. Frequentemente, temos que fazer recados, e-mails, listas, recibos, relatórios e aí nos damos conta de que escrever não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>Por Carolina Linhares, membro do Projeto Redigir</h4>
<p>Cozinhar não é tarefa fácil. Vender, operar, competir, ensinar, costurar, calcular, dirigir, limpar podem parecer banalidades para quem faz todo dia, mas não são tarefas fáceis. Escrever também não é.</p>
<p>Frequentemente, temos que fazer recados, e-mails, listas, recibos, relatórios e aí nos damos conta de que escrever não é fácil não e, como tudo na vida, exige pensamento e planejamento.</p>
<p>Se na cozinha, para fazer um bolo, nós não jogamos farinha, leite e ovo do jeito que dá na telha, mas obedecemos uma receita com quantidades determinadas, por que haveríamos de lançar na folha de papel parágrafos, crases, hífens, vírgulas, acentos e conjunções sem seguir critérios?</p>
<p>E os bolos vão ficando melhores com a prática, o modo de fazer soa mais natural. Mas isso, meu amigo, só depois de muitos rascunhos. Nessa receita, os ingredientes se repetem: persistência, estudo, leitura, repertório e criatividade.</p>
<p>Está certo que tem gente que inventa moda e burla a gramática, usando temperos inesperados e deliciosos. Saibam, porém, que os grandes chefes e os autores consagrados fazem isso de caso pensado – todo texto carrega uma intenção. Cada frase deve ser muito bem planejada. Dessa forma, nossas ideias complexas vão parar no papel de forma clara ou – por que não? – nossas ideias claras são bem escritas de maneira complexa.</p>
<p>Em um tempo em que estamos cercados de informação, letreiros, propagandas e divertimentos, só os textos organizados – coerentes e coesos – são lidos até o fim. Temos que explicar para o leitor aquilo que está na nossa cabeça. Isso os jornalistas buscam insistentemente: o prazer e o encantamento de se fazer entender com palavras escritas.</p>
<p>As palavras, se ditas saem bem, mas escritas são traiçoeiras. Temos que aceitar o desafio de penetrar surdamente em seu reino e, só assim, fazê-las nossas aliadas na árdua tarefa de compreender e escrever o mundo.</p>
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		<title>Nem vem, Enem!</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 00:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camila-camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção dos alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: como a cidade lida com seus pobres? Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos: Nem vem, Enem! por Rebeca Moura  Nos dias 03 e 04 de outubro, os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: <em>como a cidade lida com seus pobres?</em> Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos:</p>
<p><strong>Nem vem, Enem!</strong><br />
<em>por Rebeca Moura </em></p>
<p dir="ltr">Nos dias 03 e 04 de outubro, os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) realizaram a prova que compreende as seguintes competências: Ciências Humanas e suas tecnologias e Ciências da Natureza e suas tecnologias, no primeiro dia; e Linguagens e Códigos e suas tecnologias, Redação e Matemática e suas tecnologias, no segundo dia.</p>
<p dir="ltr">A prova possui 180 questões no total, sendo 45 referentes a cada competência. É realizada em dois dias com duração de 4:30h no primeiro e 5:30h no segundo dia. Acontece em todo o país.</p>
<p dir="ltr">Criado em 1998, o ENEM visa avaliar o desempenho dos alunos que terminaram ou estão terminando o Ensino Médio.</p>
<p dir="ltr">Segundo o Ministério de Educação (MEC), alguns dos objetivos do ENEM, além de avaliar o aluno, são: abrir portas para o ingresso em Universidades Federais, as IFES (Instituições Federais de Ensino Superior); e ser utilizado, em algumas universidades, como prova classificatória ao invés de um exame próprio.</p>
<p dir="ltr">A ideia de ampliar o acesso à Universidade surgiu para ajudar o aluno com condições menos favorecidas a ingressar no Ensino Superior. Desse modo, os vestibulares tradicionais, que visam selecionar os melhores candidatos para os cursos, não seriam o único modo de ingresso na Universidade.</p>
<p dir="ltr">Esses vestibulares limitam o acesso de alunos, principalmente, de escola pública, pois favorecem aqueles que possuem maior poder aquisitivo e que têm condições de completar o Ensino Básico em boas escolas ou, então, de complementar o conteúdo fazendo cursinhos preparatórios para o vestibular.</p>
<p dir="ltr">O interesse maior dos alunos da rede pública em fazer o Enem é facilitar o acesso à Universidade, seja ela particular ou pública. Há muitos que prestam o Exame simplesmente para entrar em qualquer faculdade, desprezando a sua qualidade enquanto instituição. Outros acreditam que a Universidade Pública ainda é a melhor opção. O ingresso, tanto na particular quanto na pública, tem sido facilitado com a criação do ProUni (Programa Universidade para todos), bem como pelas Cotas nas instituições federais, oferecidas pelo Governo.</p>
<p>O interesse do Governo em promover programas que ajudem os alunos vindos de escola pública a entrar na Universidade mostra de forma clara a necessidade de se investir não só no Ensino Básico, mas também no Superior. Por outro lado esse investimento pode justificar a ineficácia do ensino público em capacitar os alunos para realizar provas que exijam mais conteúdo, não dado pela instituições. Muitos dos conteúdos exigidos no ENEM não foram vistos em salas de aula da rede pública, enquanto as de escola privada estão além do conteúdo pedido.</p>
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		<title>Brasil e as duas faces da mesma moeda</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 00:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camila-camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção dos alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: como a cidade lida com seus pobres? Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos: Brasil e as duas faces da sua moeda por Fernanda de Sá Leitão O  Brasil, apesar de sua ascensão econômica, apresenta ainda uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: <em>como a cidade lida com seus pobres?</em> Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos:</p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Times New Roman'"><strong>Brasil e as duas faces da sua moeda</strong><br />
<em>por Fernanda de Sá Leitão</em><br />
</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">O  Brasil, apesar de sua ascensão econômica, apresenta ainda uma grande desigualdade social, em que poucos usufruem a maior parte da renda gerada e muitos vivem de forma lastimável abaixo da linha da pobreza.</span><span style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">   </span></p>
</div>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Times New Roman'"> Nos últimos anos a economia do Brasil vem crescendo consideravelmente e o país se consolidou como o sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) do planeta. Porém, segundo o Programa das Nações Unidas (ONU &#8211; Habitat), que retrata os assentamentos humanos, o Brasil é o quarto país mais desigual da América Latina em distribuição de renda.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">De acordo com a ONU-Habitat são consideradas pobres as pessoas que vivem com menos de US$ 2 por dia (cerca de R$ 4). Considerando esse critério 22% da população brasileira está na faixa dos menos favorecidos. O estudo relata ainda que o Brasil é o 14º país da América Latina com mais pessoas vivendo em favelas e que 28% da população moram de forma precária com péssimas condições de infra-estrutura básica. Esses números garantem ao Brasil o mais alto índice de moradores de favela comparado à média latino-americana.</span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Times New Roman'"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">Apesar do Censo do IBGE comprovar que houve redução da desigualdade social na última década, a realidade que se configura é de uma economia cujas pessoas não possuem condições financeiras para suprir o básico, como alimentação e vestuário e muito menos para obter uma educação adequada, enquanto uma pequena elite vive de forma abundante.</span></p>
<p><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Times New Roman'"> </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">Portanto, a disparidade social ainda é uma preocupação para quem realmente a vive no seu lado mais fraco. Esses clamam por dignidade e não por programas assistenciais que mascaram a realidade dos pobres por interesses políticos e que nutrem em parte as necessidades físicas do homem sem considerar as necessidades intrínsecas do ser.</span></p>
<div><span style="font-size: small"><span style="font-family: 'Times New Roman'"><br />
</span></span></div>
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		</item>
		<item>
		<title>A angústia da pobreza</title>
		<link>http://projetoredigir.com/2012/12/a-angustia-da-pobrea/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 00:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camila-camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção dos alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: como a cidade lida com seus pobres? Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos: A Angústia da pobreza por Isabella Almeida A pobreza no Brasil é um problema de ordem histórica que ainda impacta a nossa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: <em>como a cidade lida com seus pobres?</em> Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos:<strong></strong></p>
<p>A Angústia da pobreza<br />
<em>por Isabella Almeida</em></p>
<p>A pobreza no Brasil é um problema de ordem histórica que ainda impacta a nossa sociedade. Diariamente, milhões de brasileiros convivem e visualizam os resultados decorrentes da miséria, quer seja por jornais, revistas, na tv ou até mesmo nas ruas.</p>
<p>A miséria é o maior mal que envolve um país e isto é decorrência direta da situação econômica vigente, ou acumulada ao longo da história de desemprego, de falta de investimento na economia e sobretudo, de descontroles das autoridades em fazer um país crescer de maneira harmoniosa e equilibrada.</p>
<p>A angústia da pobreza aparece nos momentos de mendicância, com a formação de favelas onde, diariamente, vê-se crianças chorando por comida. É essa penúriae muito mais que circundam a vida de quem não possui sustento.</p>
<p>Porém, uma parcela da população acredita que a pobreza de milhares de pessoas é causada pela preguiça, pela falta de interesse pelo trabalho ou que são acomodados na espera de programas oferecidos pelo governo, mas, na verdade, não.</p>
<p>O desemprego cresceu por causa da baixa qualificação dos trabalhadores, que não possuem formação adequada e pela substituição de mão de obra, que os excluem e passam a usar máquinas.</p>
<p>Inverter esse quadro requer ações decididas e inovadoras, capazes não só de retirar as famílias dos níveis de pobreza, mas, principalmente, reincluí-las nos fluxos econômicos e sociais das cidades. Essa tarefa, entretanto, jamais poderá ser um sucesso se não houver colaboração e articulação entre as diferentes ações e programas de estado e, obviamente, uma política de crescimento econômico clara e decidida.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Moradores de rua na cidade de São Paulo</title>
		<link>http://projetoredigir.com/2012/12/593/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 00:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camila-camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção dos alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: como a cidade lida com seus pobres? Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos: Moradores de rua na cidade de São Paulo por Vanessa de Souza Mendes da Silva  Atualmente, os moradores de rua não são pauta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: <em>como a cidade lida com seus pobres?</em> Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos:</p>
<p><strong>Moradores de rua na cidade de São Paulo</strong><br />
<em>por Vanessa de Souza Mendes da Silva </em></p>
<p>Atualmente, os moradores de rua não são pauta dos interesses políticos. O que<br />
presenciamos são pessoas, estas, cada vez mais esquecidas e excluídas da<br />
sociedade.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa realizada pela Secretária Municipal de Assistência<br />
Social, o número de moradores de rua cresceu, e já está em 14.478. Destes,<br />
alguns estão em centros de acolhida.</p>
<p>Mas, como eu talvez você se pergunte: qual será o motivo que os levam para as<br />
ruas?</p>
<p>Dentre os motivos abordados na pesquisa o de maior escala é o<br />
desentendimento familiar.</p>
<p>Com base nesse levantamento, agendamos uma visita na Comunidade Voz dos<br />
Pobres, com o objetivo de conhecê-los mais de perto e ouvir suas histórias.</p>
<p>O dia tão esperado chegou! Uma grande emoção invadiu nossos corações,<br />
cada um com uma história diferente, alojados em terrenos baldios, em casas de<br />
madeira improvisada (tábuas), situação precária e medonha, onde tornam-se<br />
alvo fácil dos criminosos.</p>
<p>Quando começamos a conversar com eles, estes compartilharam conosco suas<br />
histórias, dentre elas temos a da Pamela e do Fernando. Depoimentos:</p>
<p>&#8220;&#8230;Já tive casa e perdi! Estou há dois dias com esses amigos, que me deixaram<br />
ficar aqui, junto deles, pois ficar dormindo sozinha na rua não é bom, já fui<br />
estuprada. É muito ruim viver na rua, tenho Fé que amanhã será um novo dia&#8230;&#8221;</p>
<p>“Gosto muito de cantar. Quando canto parece que esqueço de tudo o que está<br />
me fazendo mal e lavo a alma.”</p>
<p>&#8220;&#8230;Já trabalhei registrado, mas envio currículo e não me chamam, um dia fui<br />
participar de uma vaga, acho que era trote, porque procurei, procurei a rua e não<br />
encontrei, me disseram que essa rua não existe&#8230;&#8221;</p>
<p>Essa comunidade tem por finalidade ajudá-los, levando roupas, alimentos, um<br />
pouco de conforto e carinho a esses corações. E de solidariedade.</p>
<p>Esses voluntários se dividem durante a semana, por regiões: Butantã,<br />
Macedônia, Parque do Lago, Barueri, Zona Leste de São Paulo,Umuarama<br />
(PR),Itapeva e Brasília. Esses são responsáveis por preparar os alimentos<br />
(marmitex) e depois saem em ônibus e carroça com as marmitexs nos izopores,<br />
pois caminham muito e só assim é possível conservá-las.</p>
<p>Sabemos que existem instituições, associações e ONG&#8217;s que também realizam<br />
um trabalho assistencial a esses, porém a lei n 12.316/97, decreto 40.232/<br />
01 atribui ao poder público a responsabilidade de prestar atendimento aos<br />
moradores de rua. A lei também determina que sejam abrigadas no máximo<br />
cem pessoas por alojamento e que o morador de rua podem permanecer no<br />
albergue por seis meses e, a partir daí, deve ser encaminhado para o mercado<br />
de trabalho, para hotéis sociais e moradias provisorias, onde são promovidos<br />
trabalhos socioeducativos com o objetivo de reintegrá-los na sociedade.</p>
<p>É necessário que essa lei saia do papel, que todos os envolvidos cumpram seu<br />
dever.</p>
<p>Porém, enquanto isso não acontece, cabe a nos cidadãos responsáveis,<br />
solidários e humanos a nos mobilizar e contribuir para pequenas ações, afinal<br />
pequenas atitudes, transformam vidas.</p>
<p>No dia 23/12/12 será realizado pela Comunidade Voz dos Pobres a Ceia de<br />
Natal para os Moradores de Rua, onde eles se prepararam para esse momento,<br />
tomando banho. Caso vocês queiram fazer essa experiência contatar a Mônica<br />
ou Irmã Maria pelo telefone 2372-8677.</p>
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		<title>São Paulo não sabe lidar com seus pobres</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 00:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camila-camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[Produção dos alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: como a cidade lida com seus pobres? Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos: São Paulo não sabe lidar com seus pobres por Márcia Rodrigues da Silva A cidade de São Paulo ainda não sabe como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: <em>como a cidade lida com seus pobres?</em> Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos:<strong></strong></p>
<p>São Paulo não sabe lidar com seus pobres<br />
<em>por Márcia Rodrigues da Silva</em></p>
<p>A cidade de São Paulo ainda não sabe como lidar com os seus pobres</p>
<p style="text-align: left">que vivem a cada dia nas ruas. Cada estatística demonstra uma realidade.</p>
<p style="text-align: left">Atualmente, cerca de 6 mil pessoas vivem nas ruas de São Paulo, o que</p>
<p style="text-align: left">corresponde a 47% (por cento) da população da cidade.</p>
<p style="text-align: left">Nos centros de acolhimento há cerca de mais 7 mil pessoas, (53% por</p>
<p style="text-align: left">cento da população). Da população que vive em situação de rua, 55,3% vivem</p>
<p style="text-align: left">na região central. Ha vários motivos que levam essas pessoas a morarem nas</p>
<p style="text-align: left">ruas.Muitos deles sofrem desentendimento familiar, que já somam 42% por</p>
<p style="text-align: left">cento dessas pessoas.</p>
<p style="text-align: left">Alguns desses moradores de rua são pessoas foram para as ruas ao vir</p>
<p style="text-align: left">procurar emprego ou tentar a vida na cidade. Eles correspondem a 6,3% por</p>
<p style="text-align: left">cento em São Paulo.</p>
<p style="text-align: left">Dentre esses moradores trabalham na rua, alguns são catadores</p>
<p style="text-align: left">de papel, ficam em faróis limpando vidros de carros, vendendo doces, são</p>
<p style="text-align: left">serviços digno de quem vive nas ruas de São Paulo.</p>
<p style="text-align: left">Existe um Decreto da petista Marta Suplicy. E a lei atribui ao poder</p>
<p style="text-align: left">público a responsabilidade de prestar atendimento aos moradores de rua. O</p>
<p style="text-align: left">Decreto institui o Programa de Atenção à população de Rua e determina que</p>
<p style="text-align: left">sejam oferecidas vagas em centro de acolhimento para todos nesta situação.</p>
<p style="text-align: left">Esperamos que as autoridades, façam alguma coisa para essas pessoas</p>
<p style="text-align: left">que estão vivendo nas ruas, são pessoas que merecem um oportunidade e um</p>
<p style="text-align: left">melhor tratamento como ser humano. Eles também fazem parte do crescimento</p>
<p style="text-align: left">do nosso país.</p>
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		<title>Perspectiva do jovem brasileiro: sonho e desilusão</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 00:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camila-camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção dos alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: como a cidade lida com seus pobres? Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos: Perspectiva do jovem brasileiro: sonho e desilusão por Thais Frois “A gente não quer só comida A gente quer comida Diversão e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: <em>como a cidade lida com seus pobres?</em> Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos:</p>
<p><strong>Perspectiva do jovem brasileiro: sonho e desilusão</strong><br />
<em>por Thais Frois</em></p>
<p><em>“A gente não quer só comida</em><br />
<em>A gente quer comida</em><br />
<em>Diversão e arte”</em></p>
<p>A música “Comida”, dos Titãs, composta em 1987, retrata o grito da juventude pobre que<br />
necessita de lazer, educação e oportunidades.</p>
<p>Segundo o Núcleo de Estudos de Violência da USP (NEV), nos últimos vinte e cinco anos que<br />
se passaram após a composição dessa canção, cem mil jovens marginalizados morreram nas<br />
periferias de nosso país.</p>
<p>Isso porque a realidade tem roubado seus sonhos. Embora almejem, cursar uma universidade,<br />
ter bom emprego e uma vida digna, sentem-se impotentes diante da desigualdade social<br />
que favorece o rico. Para se ter uma ideia dessa situação, de acordo com a revista Veja, um<br />
habitante da periferia deve trabalhar seis anos para atingir a renda anual de uma pessoa que<br />
vive num bairro central.</p>
<p>Além disso, em áreas pobres, faltam locais de lazer e entretenimento, o que, conforme o NEV,<br />
contribui para a criminalidade. E, segundo dados do IBGE, dos 85,7% de alunos que cursam o<br />
ensino médio em escola pública, 73,2% fazem faculdades particulares porque o ensino público<br />
não prepara para universidades federais.</p>
<p>Todo esse contexto ambiental e cultural desmotiva ainda mais os estudantes, e os coloca em<br />
uma posição inferior a quem entende de Mozart e Shakespeare.</p>
<p>E, diante de tudo isso, o Estado finge não ver a carência de oportunidades do jovem pobre e<br />
investe somente nas áreas nobres do país, localizando todos os seus museus, exposições de<br />
arte e eventos socioeducativos em áreas centrais. Entretanto, se a juventude é o futuro da<br />
nação, convém lembrar que grande parte dos jovens brasileiros vem das periferias e pedem<br />
somente pelo direito de realizar seus sonhos.</p>
<p><em>*Para construção do texto foram feitas vinte e oito entrevistas com estudantes de 16 a 18 anos</em><br />
<em>que cursam o Ensino Médio nas escolas Professora Neusa Demétrio (Taboão da Serra –SP) e</em><br />
<em>ETEC Embu (Estancia Turística de Embu das Artes) entre os dias 17 de outubro e 1 de novembro</em><br />
<em>de 2012. Além disso, foram feitas outras cinco entrevistas com jovens de 18 a 22 anos que já</em><br />
<em>completaram o Ensino Médio no mesmo período de tempo.</em></p>
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		<title>O gigante de concreto</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 00:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camila-camilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção dos alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: como a cidade lida com seus pobres? Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos: O gigante de concreto: Edifício Copan por Guilherme Pereira Projetado na década de 50 pelo arquiteto Oscar Niemeyer, inicialmente, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A turma de quarta-feira  (segundo semestre de 2012 ) escolheu um tema para suas produções finais: <em>como a cidade lida com seus pobres?</em> Leia abaixo o resultado de muita pesquisa, escrita e revisão de textos:</p>
<p><strong>O gigante de concreto: Edifício Copan</strong><br />
<em>por Guilherme Pereira</em></p>
<p>Projetado na década de 50 pelo arquiteto Oscar Niemeyer, inicialmente, o edifício residencial<br />
deveria ter 900 apartamentos. No entanto, os blocos E e F que teriam amplos apartamentos<br />
de 4 dormitórios foram desenhados para quitinete e, atualmente, o Copan tem 1.160<br />
apartamentos, com 2.038 moradores, lojas, restaurantes, uma galeria extensa de comércio,<br />
tudo dentro de um edifício.</p>
<p>O número de moradores de rua em São Paulo cresceu cerca de 6% entre 2009 e 2011. É o que<br />
aponta o censo encomendado pela Secretária Municipal de Assistência Social. Eram 13.666<br />
pessoas em 2009 e 14.478 no ano passado.</p>
<p>Conforme o mapa, o Edifício Copan é cercado nos arredores por duas praças. Uma delas em<br />
especial, a da República, possui contrastes e há poucos meses passou por reformas, mas seu<br />
contrato central já serve de abrigos para mendigos e andarilhos. Lá fora não é fácil: a realidade<br />
é outra, diferente dos 120mil m2 no glamour do Edifício. As pessoas não têm condições e<br />
estrutura financeira para uma digna moradia.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Inscrições para primeiro semestre de 2013 serão feitas a partir do final de janeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2012 01:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto Redigir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Fique por dentro]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[módulo I]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqueles que se interessam pelo curso oferecido pelo Projeto Redigir poderão se inscrever a partir do dia 22 de janeiro. A inscrição deve ser feita pessoalmente pelo candidato, para que ele possa participar do nosso processo de seleção socioeconômica. Podem participar do nosso curso maiores de 16 anos, que possuam Ensino Fundamental completo e nunca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aqueles que se interessam pelo curso oferecido pelo Projeto Redigir poderão se inscrever a partir do dia 22 de janeiro. A inscrição deve ser feita pessoalmente pelo candidato, para que ele possa participar do nosso processo de seleção socioeconômica.</p>
<p>Podem participar do nosso curso maiores de 16 anos, que possuam Ensino Fundamental completo e nunca tenham feito escola particular ou universidade pública. Não serão aceitas inscrições de quem não se encaixar nesses quesitos.<br />
Nossos mesários estarão na Sala 13 do Departamento de Jornalismo e Editoração da Escola de Comunicações e Artes da USP nos dias 22, 23, 24, 31 de janeiro; 1, 2, 14, 15 e 16 de fevereiro. Nos dias de semana, o atendimento ocorre das 9h às 20h; aos sábados, das 9h às 13h.</p>
<p>É necessário entregar cópias dos seguintes documentos: RG,comprovante de renda de todos os que trabalham em sua casa, comprovante de escolaridade do Ensino Fundamental e Médio.</p>
<p>Quem tiver dúvidas pode consultar as <a href="http://projetoredigir.com/2012/07/duvidas-inscricoes/">Perguntas mais frequentes</a> ou entrar em contato pelo e-mail <a href="mailto:projetoredigir@gmail.com">projetoredigir@gmail.com</a>.</p>
<blockquote>
<p><strong>INSCRIÇÕES</strong></p>
<p><strong>Local: </strong> Departamento de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da Usp. Avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443.</p>
<p><strong>Dias: </strong> 22, 23, 24 e 31 de janeiro; 1, 2, 14, 15 e 16 de fevereiro.</p>
<p><strong>Horário: </strong> Durante a semana, das 9h às 20h; aos sábados, das 9h às 13h.</p>
<p><strong>Documentos (cópia): </strong> RG, comprovante de renda de todos os que trabalham em sua casa, comprovante de escolaridade do Ensino Fundamental e Médio.</p>
<p><strong>Não são aceitas inscrições de estudantes de universidades públicas. </strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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